Faturamento da indústria de máquina cresce 4,5% no 1º quadrimestre, para R$ 31,347 bilhões

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Faturamento da indústria de máquina cresce 4,5% no 1º quadrimestre, para R$ 31,347 bilhões

A indústria de máquinas e equipamentos fechou o primeiro quadrimestre de 2015 com faturamento líquido de aproximadamente R$ 31,347 bilhões, aumento 4,5% ante o mesmo período de 2014. Em abril, o faturamento líquido mensal foi de R$ 7,574 bilhões, recuo de 14,6% na comparação com março. Já em relação a abril do ano passado, a queda foi de 6,2%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

O consumo aparente de máquinas e equipamentos atingiu R$ 47,405 bilhões nos quatro primeiros meses de 2015, elevação de 2,2% ante o mesmo período do ano anterior. Em abril, o consumo aparente foi de R$ 12,013 bilhões, queda de 5,6% ante março. Já na comparação com o mesmo mês de 2014, a queda foi de 0,5%.

O déficit comercial do setor apresentou retração de 17,1% no primeiro quadrimestre, para US$ 4,5 bilhões. Em abril o déficit foi de US$ 1,2 bilhão, queda de 13,6% ante abril do ano passado. Já na comparação com março, o déficit comercial subiu 24,9%.

As exportações somaram US$ 2,63 bilhões no acumulado do ano, queda de 15,6% ante os quatro primeiros meses de 2014. Em abril, as vendas externas somaram US$ 614 milhões, queda de 32,2% ante março e de 22,9% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Já as importações totalizaram US$ 7,13 bilhões neste primeiro quadrimestre, queda de 16,6% ante o primeiro quadrimestre de 2014. Somente em abril, as importações chegaram a US$ 1,8 bilhão, queda de 2,8% na comparação com março e recuo de 17% ante abril do ano passado.

Os dados da Abimaq mostram ainda que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) do setor em abril ficou em 68,2%, ante os 77% do mesmo mês de 2014. Em março, o Nuci foi de 69,4%.

Em abril, o setor somou 347.981 empregados, número 5,9% inferior ao auferido no mesmo mês de 2014. Na comparação com março, o número representa uma queda de 1,3%.

Fonte: Jornal do Comércio



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