Confiança da indústria atinge maior nível desde novembro de 2014

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Confiança da indústria atinge maior nível desde novembro de 2014

Setor continua mais otimista com o futuro que satisfeito com o presente. Há sinais de que produção entrará em fase de aceleração no 2º semestre.

Os empresários da indústria estão mais confiantes, segundo aponta indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice que mede a confiança do setor subiu 3,7 pontos em julho, alcançando 87,1 pontos, o maior nível desde novembro de 2014 (87,5 pontos).

O que mais influenciou alta no mês foi a avaliação que os empresários fizeram sobre a situação atual. Esse subíndice, usado no cálculo do indicador de confiança, subiu para 85,2 pontos, ficando 4 pontos acima do mês anterior, enquanto o Índice de Expectativas (IE) cresceu 3,3 pontos, para 89 pontos.

A FGV explicou que, apesar da evolução positiva no mês, o índice sobre a situação atual continua inferior ao de expectativas, “indicando que o setor industrial continua mais otimista com o futuro que satisfeito com o presente.”

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) da Indústria alcançou 74,3% em julho, 0,4 ponto percentual acima do resultado de junho.

“A boa notícia de julho foi a alta mais expressiva do indicador de satisfação com a situação presente dos negócios, dando mais consistência à tendência de recuperação da confiança da indústria. Associada à alta do Nível de Utilização da Capacidade no mês, esta informação sinaliza que o setor entra no segundo semestre em fase de aceleração da produção. Apesar das incertezas ainda presentes no ambiente político e econômico, o resultado consolida a percepção de melhora gradual do ambiente dos negócios no setor”, afirmou Aloisio Campelo Jr., Superintendente Adjunto para Ciclos Econômicos da FGV/IBRE, por meio de nota.

Confiança de serviços
O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 3,6 pontos entre junho e julho, ao passar de 72,4 para 76,0 pontos. Após a quinta alta consecutiva, o índice atinge o maior nível desde maio do ano passado.

Pressionaram o resultado os índice que medem a confiança do segmento em relação ao momento atual e diante do futuro. O Índice de Situação Atual (ISA-S) subiu 3,6 pontos, para 71,1 pontos, e o Índice de Expectativas (IE-S) avançou 3,4 pontos, alcançando 81,4 pontos.



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