Indústria vê continuidade da ociosidade e baixo crescimento

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O índice atingiu patamar mínimo da série iniciada no 3º trimestre de 2012. 44,2% das empresas preveem investir menos nos próximos 12 meses.

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas, recuou 12,3 pontos no primeiro trimestre deste ano ante mesmo período de 2015. O índice atingiu 72,6 pontos, mínimo da série iniciada no terceiro trimestre de 2012.

O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento das empresas industriais. Indicadores abaixo de 100 pontos decorrem da incidência de mais empresas prevendo diminuir investimentos que aumentar nos 12 meses seguintes.

No primeiro trimestre, 16,8% das empresas estão prevendo investir mais nos 12 meses seguintes, e 44,2% prevendo investir menos. No trimestre do ano anterior, esses percentuais haviam sido de 15,7% e 30,8%, respectivamente.

“A queda do indicador de Intenção de Investimentos no primeiro trimestre de 2016 mostra que a indústria ainda não vislumbra, até o final deste ano, uma mudança expressiva no quadro de ampla ociosidade e baixo crescimento. O resultado reflete também a elevada incerteza com o ambiente político“, afirma Aloisio Campelo Jr., superintendente adjunto para ciclos econômicos do FGV/IBRE.

Fonte: G1



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